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“Transição de Carreira – Dica #22: invista em um relacionamento honesto com o seu RH!”

Olá, pessoal! Tudo bem por aí?

 

Cá estamos nós com mais um artigo da nossa série de posts diários sobre transição de carreira, com insights e aprendizados que eu compartilho por aqui com vocês. E como nós estamos falando desde ontem sobre transição com foco em manutenção de carreira, hoje eu gostaria de me atrever um pouquinho mais, te cutucar, convidar para sair de sua zona de conforto e te desafiar com a dica #22 que é: invista em um relacionamento honesto com o seu RH!

 

Muitos de nós trabalhamos em empresas que zelam por seus valores, estas empresas geralmente tem um departamento de Recursos Humanos maduro e bem estruturado, que busca desenvolver seus profissionais e que poderá te apoiar ao longo de sua jornada profissional ali. Se este é o seu caso, aproveite esta vantagem e construa uma relação de confiança com o representante de RH da sua área ou, como é chamado em muitas empresas, com o seu Business Partner.

 

  • Compartilhe seus planos e ambições

O RH tem uma visão geral do negócio, da gestão dos talentos de todas as áreas, e geralmente, devido à natureza da sua posição de suporte na corporação, toma conhecimento com antecipação de todas os movimentos e oportunidades que vem por aí.

Exatamente por isso é que vale a pena você compartilhar com o seu representante de RH os seus planos de carreira e suas aspirações profissionais. Os gestores muitas vezes buscam aconselhamento destes profissionais em momentos de mudanças, e se eles souberem de suas intenções e busca profissional, poderão lembrar do seu nome quando surgir uma oportunidade que se enquadre em seu perfil.

Mas atenção! Lembre-se da nossa conversa de ontem: mais do que compartilhar suas ambições por meio da conversa, você deve ter atitudes em prol delas – colaborando genuinamente com sua equipe e pares para a obtenção de resultados positivos para sua área ou empresa. Vale destacar esta frase tão pertinente, atribuída a Ralph Waldo Emerson:

“Suas atitudes falam tão alto que eu não consigo ouvir o que você diz.”

Tá certo, eu sei. Ninguém nasce pronto, ninguém é perfeito e todos nós erramos. Mas entenda que de nada vale comunicar que almeja uma ascensão em sua carreira, se você não se esforçar para desenvolver-se de maneira que suas atitudes amadureçam e correspondam ao perfil necessário para aquela dada posição.

 

  • Peça conselhos

Aproveite que você tem um parceiro ao seu lado que entende sobre o mercado, que tem uma rica vivência em RH, que trabalha lado a lado com seu gestor e com o seu time e, quando tiver dúvidas, busque por aconselhamento.

Historinha rápida: quando meu marido recebeu um convite para participar de um projeto temporário fora do país, eu estava confortavelmente feliz e bem empregada no Brasil. Decidi tentar solicitar uma licença não remunerada na empresa onde eu trabalhava. Tive muitas dúvidas e medos, e com certeza conversar não apenas com os meus gestores e com uma par querida, mas também com o meu Business Partner, me ajudou muito. Ele me apoiou não apenas com esclarecimentos de temas operacionais de folha de pagamento a respeito deste tipo de movimentação, como também me deu um panorama de como a empresa me via como profissional, além de me dar seus sinceros conselhos como um profissional experimentado da área. Conversar com ele foi parte muito importante do meu processo de decisão e de transição.  

 

  • Comunique os desafios que você vê e coloque-se à disposição para ajudar no que for possível

Reclamar da vida é muito fácil, mas não ajuda em nada. Na verdade está comprovado cientificamente que reclamar atrapalha nossa vida e limita o nosso cérebro.

Quando você passar por desafios em seu trabalho, quer seja com seus pares, quer seja com a equipe, comunique o que está acontecendo não somente ao seu gestor como também ao seu parceiro de RH. Como assistentes nós conectamos pessoas e temos um papel essencial na manutenção de um bom ambiente de trabalho, e comunicar desafios logo que eles surgem ajuda a empresa a mitigá-los o quanto antes e assim minimizar o impacto que eles podem causar na área.

Não, eu não estou falando em fazer fofoca. Fofoca deveria ser coisa proibida no meio de assistentes – aliás, vamos combinar aqui: fofoca está terminantemente proibida em nosso meio a partir de hoje! SIM ou SIM?! \o/ Vamos abrir o olho! Este comportamento negativo mina qualquer possibilidade de desenvolvimento de confiança em nosso papel. Estou falando sobre comunicar um desafio e ao mesmo colocar-se na linha de frente, disponibilizando-se a apoiar no que for preciso para ajudar. Uma assistente que consegue fazer isso torna-se um recurso inestimável para a equipe. Tenha atitudes positivas no meio em que você atua e que reflitam a sua verdadeira intenção de apoiar a empresa, o executivo e o seu time.

 

Muitas vezes nossa transição de carreira pode ser dentro de uma mesma empresa, ou até dentro de um mesmo segmento de mercado, e manter um bom relacionamento com as pessoas com as quais nos relacionamos diariamente, além de ser saudável e profissional, pode ter repercussões decisivas em nossa jornada. Vale a pena levantar esta bandeira, não pelo simples interesse no que essas relações possam nos render em algum dado momento, mas sim porque acreditamos na humanização das relações no ambiente corporativo. Quem topa desbravar este caminho?

 

E por aqui finalizamos a nossa conversa de hoje. Se você gostou, comente, compartilhe, curta e conte para a sua galera! 🙂

Um grande abraço e até amanhã, em mais um post da série! Obrigada por nos acompanhar!

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Author: Simone

Bacharel em Letras pela USP, Técnica em Secretariado Executivo, fluente em inglês, espanhol e português. Criadora do Secretariado com Simone, atualmente vivendo em Santiago do Chile.

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